| |
Tonhão!
Para quem não conhece esse é um dos melhores caras que já conheci, amigão de verdade! Para quem conhece, deixe seu recado.
P.s: Big Tom estará até hoje na nossa cidade, amanhã no sítio. Mas não fiquem tristes, ele volta no fim de semana.
Vida Longa ao mestre Tom!!!!!!!!
Escrito por Tikão às 08h31
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Map of the World!
Escrito por Tikão às 11h26
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Reunião para a formação do Conselho Patrimonial
Ocorrerá no dia 26/03/2007 (segunda-feira próxima), às 19 horas, no Auditório da Secretaria Municipal de Educação e Cultura a segunda reunião para formação do Conselho Municipal do Patrimônio Cultural, destinado à proteção do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural do Município de Cantagalo, venha participar. Vamos prestar uma demonstração concreta de amor a nossa querida cidade.
Escrito por Tikão às 10h53
[]
[envie esta mensagem]
[link]
A Desciclopédia sempre tem razão...
Dando uma passada na nossa querida Desciclopédia eis que me deparo com a seguionte definição do que vem a ser um playpira (playboy+caipira) e não sei por que me veio a lembrança um monte de gente que mora aqui na nossa cidade. Dá uma lida e vê se você também não fica com essa impressão:
São aqueles indivíduos que vivem em currutelas (cidades com menos de 200 mil habitantes, geralmente bem menos), são filhos de fazendeiros e ficam desfilando com carrinho novo que ganham do papai. São pessoas que não fazem nada da vida, ficam passeando de carro na cidade, são péssimas na faculdade e acham que com sua S10, Frontier, Strada ou Montana vão arrasar com as garotas (mercenárias). Vivem de usar roupas Brooksfield e acham que o bonito é beber whiskey na boate e andar com o carro com modas sertanejas no máximo. Na verdade o pai deve mais que tudo no banco, tudo que têm é financiado e nunca colocou a mão na terra. São seres insignificantes e que sua existência ou não, é desconsideravelmente irrelevante para cadeia das espécies.
(zanonhistoriador@hotmail.com)
Escrito por Tikão às 21h23
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Por ter salvo o dia, o mês o ano...
Obrigado Matheus!
Escrito por Tikão às 15h24
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Aviso aos navegantes!
Aos muitos que me abordaram nesses dias cinzas de inacessibilidade aos recursos deste blog um comunicado:
O blog está ativo de novo, bem como o acesso aos comentários.
Sendo assim não deixe de participar, criticando, elogiando, sugerindo, zoando e o que mais quiser. Não é muito relembrar que este blog é um blog de todos, sendo assim basta mandar um e-mail para o endereço zanonhistoriador@hotmail.com para que seu texto possa ser publicado na integra. No mais, estamos de volta cambada! Por um mundão sem portêra forévis!
Tikão (zanonhistoriador@hotmail.com), coordenador dessa maluquice, rs.
Escrito por Tikão às 00h44
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Meu comentário para a contribuição do Diego (1/2)
Leigo que sou na área, me pergunto se esse fenômeno - "ultra positivismo jurídico" - não insurja propriamente como resultado direto da corrosão das bases éticas e morais e seja, ainda que de forma extremamente paradoxal, o agente ativo e passivo das ações que distorcem e mudam este cenário, contribuindo de maneira retro-alimentar para que as inversões nos valores humanos estejam, cada vez mais, absurdamente disformes e fora de qualquer padrão.
Via de regra, isto acontece a partir da casa e da escola onde o indivíduo vive e convive, já com padrões éticos e morais distorcidos. Não faltam exemplos para isso.
Entretanto, os Juristas, Legisladores, advogados e demais profissionais interligados pelas Ciências Jurídicas, Sociais, Econômicas e Políticas, se mantém, a tempos, como inatingíveis. As brechas defendidas, as interpretações e conotações dadas às mais diversas situações, têm uma única finalidade: perpetuar a impunidade – em todas as suas formas e maneiras - fazendo desta a maior fonte de renda deste país. (E quem, na atualidade, não deseja ganhar dinheiro fácil?) . Basta-nos olhar com carinho a árvore genealógica da nossa política.
Minha opinião é que isto acontece à medida que o “inatingível” se estabelece, inculcando-se nas mentes desprovidas de “auto-crítica cognitiva” (o termo é meu) que a divisão em “castas” permanece, tendo direito ao Direito portanto, somente aqueles que descendem de certa linhagem. Exagerado, reconheço. Talvez até um pouco fora de propósito. Mas o fato é que, na base do desenvolvimento humano, um dos pilares é a Educação, que perdeu seu espaço para o “jeitinho brasileiro”. E este “jeitinho” oculta-se sempre nos braços (e nas brechas) das nossas leis.
Escrito por Marco às 17h10
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Meu comentário para a contribuição do Diego (2/2)
Também não é raro encontrar cidadãos com nível educacional/instrucional muito aquém do esperado para a faixa etária e maturidade que possuem, disputando uma vaga em alguma faculdade de direito, simplesmente para “prestar concurso” mais tarde ou quando estiver formado. Me parece que essa é uma daquelas situações em que os meios justificam os fins. Além disso, o próprio sistema impõe e limita as condições para a “busca do sucesso”. Visto que quase todos os concursos públicos que não sejam das áreas de saúde, educação, militar e/ou algum outro específico, exigem – necessariamente – conhecimentos razoáveis na área: as famosas “noções de direito”. Os próprios cursos preparatórios já não são tão eficazes nesse aspecto, seja pelo investimento ou pela (aparente) falta de título em seu status.
E as Instituições da área nunca formaram tantos advogados quanto agora! Situação inversamente proporcional ao número das graduações em licenciaturas. O déficit na educação permanece alto, a carência por profissionais dispostos a transformar as realidades externas continua. Mas também, pudera: quem é suficientemente doido para assumir legitimamente sua carreira no magistério e sair em “busca do sucesso” por míseros R$ 540,00 iniciais?
Data venia, sou réu confesso: eu sou.
Essa é a contra positiva da maioria dos candidatos a uma vaga na faculdade de direito: na pior das hipóteses, o cidadão pode ser advogado. Ou ainda: seguir carreira em uma das faculdades evangélicas existentes no país, graduando-se em “pastor” e vivendo da cândida fé alheia, tal qual nossos políticos.
Trocadilhos à parte, sua indignação escrita torna-se também a minha e a de mais amigos, colegas e companheiros que partilham e comungam de objetivos comuns. Somos resistentes, renitentes e porque não dizer, extremamente teimosos quando se trata de fazer prevalecer a ética, a moral e o respeito a todos os seres. São opiniões e posições assim que me fortalecem na profissão. Não, não sou advogado. Sou professor.
E é por essas e outras que vários alunos me detestam. Mas tem uma minoria que entende, muda e passa a multiplicar essas idéias. Esses sim, serão excelentes profissionais. Mesmo sendo advogados. ;-)
Escrito por Marco às 17h10
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Um contribuição do Diego
Apesar de ser um tanto quanto suspeito ao falar desse assunto decidi fazê – lo estimulado por Ticão devido ao fim expressivo do Blog.
Qualquer um que comece a cursar Direito hoje em dia irá se deparar com o que eu chamo de Ultra – Positivismo Jurídico, uma abordagem excessivamente avalorativa da Arte Jurídica. Poderia aqui colocar a culpa no “way of life” trazido pelo Liberalismo ou em muitos outros “bodes expiatórios”, todavia não quero analisar o mérito propriamente dito de nenhum ângulo, quero simplesmente expor minha indignação.
Primeiramente temos as universidades por todo o país. Com processos seletivos pífios – às vezes, sem processo seletivo –, faculdades de Direito despreparadas admitem alunos incrivelmente ainda mais despreparados, conferindo-lhes a certeza do Bacharelado em cinco anos. Alunos incultos, que nunca gostaram de ler, que não dispõem de nenhuma técnica de redação (a alguns, falta o Português mais elementar) e que simplesmente não conseguem estruturar suas idéias a ponto de formular um argumento decente, lançaram-se ao estudo das complexas Ciências Jurídicas para buscar uma oportunidade. Oportunidade de ganhar "muito dinheiro fácil" como advogados ou de conseguir excelente estabilidade ocupando cargos públicos. A paixão pela defesa dos interesses e direitos dos semelhantes e a aspiração pela condição de colaborador direto da sociedade, que já inspiraram os profissionais de outrora, são hoje pieguices repetidas apenas em discursos e oratórias de autopromoção.
Esse é um fato tão intrínseco aos futuros juristas que não é mais motivo de alarde para ninguém, mas a parte do meu ser que não aceita resignar-se me providenciou a sensibilidade para, no começo do torpor, reconhecer o que é, na verdade, um bizarro fator de peso na composição do sinistro processo de ridicularização dessa profissão que é à base da democracia original de Sólon, a qual foi criada com base nas Virtudes Aristotélicas, Socráticas, na virtude suprema que deve reger todos os pensamentos, ações e demais virtudes: A Justiça.
A problemática da situação é que a famigerada Justiça é um bem abstrato (lembram do colégio na aula de português???), uma coisa que não sobrevive por si só; os homens tem de praticá – la para que ela paire sobre a sociedade. Essa justiça é regida pelos valores pessoais dos homens, aqueles que aprendem em toda uma base de criação e educação familiar e dada pelo Estado nas escolas. Mas como ter isso no mundo de hoje? A inversão de valores é descomunal! A honestidade cai para o plano das “pessoas bobos que só se ferram”, enquanto o imperativo de “se dar bem” reina sobre todos os outros. Ninguém mais escuta com o coração as aulas de filosofia e ética, ninguém mais busca os bancos das universidades pelo conhecimento, nem pelo direito como arma do povo para estruturar uma sociedade que siga os ideais do Estado Democrático de Direito. Os juristas se entregaram aos códigos, às interpretações literais da lei, sem ao menos prestar atenção às aulas de hermenêutica para buscar o que está além do que o legislador quis dizer. O Direito não é um instrumento de busca financeira, é nosso norte para o que a Constituição da República Federativa do Brasil nos garante em seu preâmbulo e em todo o texto constitucional, “(...) um Estado Democrático de Direito, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem – estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias (...)”.
Escrito por Tikão às 15h04
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Óia nóis nas uiquipédia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cantagalo_(Rio_de_Janeiro)
Classificação: 
Tá aí o verbete Cantagalo na Wikipédia. somos conterrâneos de gente como Euclides da Cunha, Eduardo Chapot Prévost (?), Roger (o reserva) e pasmem, Rogéria - que está na Wikipédia sob ó rótulo de "ator/atriz". Sem dúvida alguma atualmente é o filho (a) de Cantagalo mais ilustre; por isso o blog a partir de hoje lança a campanha: "Por um monumento a Astolfo Barroso Pinto". Mande um comentário solidário à nossa causa!
p.s: só para lembrar: homofobia é coisa de "inrrustido" ou inseguro de sua condição. Por isso deixe seu preconceito de onde ele nunca deveria ter saido e nossos parabéns ao Astoufão, um dos grandes ícones da classe artística nacional com um talento nato e imenso. Alguém de quem nós deveriamos nos orgulhar de ter nascido aqui em nossa terrinha. Viva Rogéria! E abaixo à hipocrisia provinciana dos maus cantagalenses!
Categoria: Link
Escrito por Tikão às 09h35
[]
[envie esta mensagem]
[link]
O dia em que quis ser argentino...
Escrito por Tikão às 13h51
[]
[envie esta mensagem]
[link]
8 de Março
Maria, Maria
Composição: Milton Nascimento - Fernando Brant
Maria, Maria é um dom, uma certa magia Uma força que nos alerta Uma mulher que merece viver e amar Como outra qualquer do planeta Maria, Maria é o som, é a cor, é o suor É a dose mais forte e lenta De uma gente que ri quando deve chorar E não vive, apenas agüenta Mas é preciso ter força, é preciso ter raça É preciso ter gana sempre Quem traz no corpo a marca Maria, Maria mistura a dor e a alegria Mas é preciso ter manha, é preciso ter graça É preciso ter sonho sempre Quem traz a fé nessa marca Possui a estranha mania de ter fé na vida
A todas portadoras dos cromossomos XX, e por que não XXX, feliz dia da Mulher.
Uma homenagem do Mundão Véi Sem Portera.
Escrito por Tikão às 09h09
[]
[envie esta mensagem]
[link]
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
|